O Avaí chegou a três meses de salários atrasados para seus funcionários. As pendências correspondem aos pagamentos de julho, agosto e setembro, ampliando a preocupação com a situação financeira do clube.
Em coletiva realizada no dia 29 de setembro, o presidente Bernardo Pessi reconheceu as dificuldades e afirmou que a diretoria tem recorrido à antecipação de receitas de televisão, Copa do Brasil, mensalidades de sócios e patrocínios para manter as atividades.
Segundo o dirigente, essas operações têm custos elevados e comprometem recursos futuros. Pessi também explicou que o clube precisou reduzir a folha salarial, que chegou a R$ 900 mil no período de transição da gestão, antes de subir gradualmente para pouco mais de R$ 1,5 milhão durante a temporada.
O presidente afirmou ainda que existe diálogo frequente com funcionários e atletas, destacando o comprometimento do elenco mesmo diante dos atrasos.
Além das pendências de 2026, o Avaí também possui débitos referentes à temporada passada, incluindo salário de novembro, direitos de imagem, 13º salário e premiação pelo título do Campeonato Catarinense de 2025, conforme informações divulgadas pelo ge.
O cenário financeiro representa mais um desafio para o clube, que também enfrenta dificuldades dentro de campo na disputa da Série B do Campeonato Brasileiro.




